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Delírios delirantes I – imunizados negacionistas

https://www.cdc.gov/vaccines/vac-gen/imz-basics.htm

Para proteger os “imunizados” do vírus, é preciso confinar – prender – os não-imunizados.

Quem deveria estar com medo da doença é quem não obteve a imunidade artificial. Uma pessoa vacinada, que teme os que não se vacinaram, não acredita na vacina e está admitindo que não está imunizada.

Resta a pergunta:

– Se essas pessoas não estão imunes, se um vacinado contrai, transmite e morre da doença, faz alguma diferença se todos estão vacinados ou não?  

Itália: “É necessário penalizar e limitar a liberdade das pessoas não vacinadas”

Se condicionarmos nossas vidas a contentar esse tipo de gente, logo estaremos comendo nossas próprias fezes!

Certas pessoas fizeram comparações absurdas a respeito do passaporte sanitário. Uma pessoa pode conduzir um automóvel sem usar cinto de segurança, talvez seja multada por isso, mas nunca será demitida de seu trabalho ou impedida de entrar em um supermercado para comprar comida. Uma pessoa pode viver a vida toda sem uma habilitação (CNH), sem um diploma, mas nunca será impedida de entrar ou sair de lugares ou perderá o direito de receber atendimento médico.

Os direitos fundamentais à existência humana nunca foram retirados com base em alguma autorização regulatória, com exceção do que ocorre em regimes ditatoriais.

O pressuposto de proteção coletiva é eliminado por completo quando há o intuito claro de boicote à existência individual. Não existe coletivo sem indivíduos, um coletivo é sempre composto por um conjunto de indivíduos, portanto, quando o “bem” coletivo implica o mal para certos indivíduos desse coletivo, esse “bem” não é bom, mas uma opressão.

Obedecer não é ter razão. O fato de a maioria dos indivíduos seguir o mesmo padrão comportamental não significa que eles é que estão agindo da forma correta e moral. Ter razão é questionar, ponderar, refletir, analisar e comparar todas as possibilidades com o mesmo interesse, sem paixões. O bem coletivo deve garantir a liberdade de consciência e opção de cada indivíduo, quando não há possiblidade de escolha e só uma opção é aceita com a imposição de multas, prisões e constrangimentos, essa sociedade está vivendo em um regime totalitário de extremo controle, pois controla inclusive o pensamento das pessoas através de uma prática desonesta, historicamente conhecida como manipulação. Manipular e chantagear um povo é atitude de psicopatas.

Se o único motivo para fazer algo imposto por uma ordem de autoridade é cumprir a lei, ainda que esta não faça o menor sentido ou seja nitidamente má e injusta, então esses indivíduos que obedecem cega e covardemente são o maior perigo de toda a estrutura social, pois cumprirão prontamente qualquer ordem que venha de uma autoridade, seja ela qual for. Se a lei imposta for a de enfiar o dedo no ânus e depois chupar, irão obedecer, e se for a de chutar pessoas sem máscara nas ruas, também. Basta apresentar exaustivamente na mídia pessoas famosas dizendo como é bom bater a cabeça na parede, como as pessoas que negam-se a fazê-lo são más, burras, egoístas e todo o tipo de adjetivos negativos, espalhar cartazes, colocar guardas nas ruas para multar os que não fizerem, entrevistar “especialistas” que irão associar o ato de bater a cabeça na parede à melhorias na saúde, na segurança, na inteligência, na preservação do Planeta… Você pode achar que estou exagerando e meu exemplo é estúpido, mas pare para pensar em tudo o que viu as pessoas fazerem durante a “pandemia”, e agora imagine uma lei que obrigue as empresas a demitirem os funcionários que não quiserem bater a cabeça na parede. Imagine o governo obrigando locais como bares, restaurantes, cinemas, comércios e empresas a colocarem um alvo em uma parede de destaque, para garantir que toda vez que as pessoas entrem, tenham que bater a testa na parede, bem no alvo, e quem não fizer terá o acesso impedido e será demitido por justa causa, tudo garantido pela lei e promovido por artistas e cientistas na mídia. Tenho certeza que as pessoas agiriam da mesma forma como agiram com o covid.

Não pode ser bom ao coletivo a existência de uma condição que implique a demissão de indivíduos, causando o prejuízo destes e suas famílias, pois a sobrevivência econômica é uma necessidade, não uma opção. Toda vez que um regime, inclusive os que se dizem democráticos, impõe condições à sobrevivência humana, que levam o coletivo à opressão dos indivíduos discordantes, esse regime está impondo uma ditadura e condicionando a massa a atuar de forma discriminatória e criminosa. Foi através desse método que pessoas foram queimadas, enforcadas, torturadas, aprisionadas e roubadas ao longo da história. Para isso é fundamental desumanizar indivíduos discordantes através da adjetivação.

Um negacionista ou no-vax é um ser humano e deve ser tratado com respeito, ter garantido seus direitos básicos de sobrevivência.

Até um presidiário, independente do crime que tenha cometido, tem direito a abrigo, vestuário, água, alimentação, atendimento médico, visita – no caso do Brasil até saem da cadeia em dias específicos.

É bom ter muito cuidado com as classificações, pois elas desumanizam indivíduos para que sejam facilmente hostilizados pelo coletivo histérico e selvagem.

O Brasil sofreu uma divisão interna de seu povo através da política, tudo é politizado e os grupos começam a receber apelidos e desumanizam-se uns aos outros – bolsominion, comunista, fascista, mortadela, coxinha, negacionista, isentão…

Quando indivíduos fazem parte de um coletivo – um grupo que compartilha os mesmos ideais – adquirem coragem para praticar atos de barbárie que jamais fariam sozinhos. O grupo dilui a responsabilidade e leva à ações precipitadas, movidas pelo ódio irracional promovido por certos líderes, pagos pelo sistema para incitar discórdia e alimentar frustações.

As pessoas ainda não entenderam que não se trata de vacina, saúde, doença, proteção. Trata-se de controle, eliminar qualquer resquício de livre arbítrio. De condicionamento extremo, ao ponto de levar as pessoas a aceitarem sua desumanização conscientemente. As doenças, assim como a morte, fazem parte da natureza humana, a morte é uma condição para a vida. Não se deve permitir, em hipótese alguma, que, para uma suposta proteção coletiva, indivíduos sejam sacrificados ou discriminados. Pois a proteção coletiva implica, obrigatoriamente, a proteção de cada indivíduo, sem exceção.

O que ocorreu é de gravidade tão monstruosa, que até o sentido da medicina ou da existência de um ambiente hospitalar foi alterado completamente. Nunca passou pela cabeça das pessoas aceitar a recusa de um médico de atender um paciente, um médico faz um juramento quando conclui seu curso para salvar vidas, e não se pode salvar vidas condicionando ou selecionando o tipo de paciente que quer atender. Os hospitais transformaram-se em matadouros, isso quando não expulsam os doentes e os mandam tratarem-se em suas casas.

Para quê serve a ciência, a medicina, os hospitais, os medicamentos, as técnicas e os profissionais, se o material humano que atua dentro de um ambiente hospitalar nega-se a trabalhar por ter medo de contrair uma gripe? E isso ocorreu em escala global!

As pessoas aproveitaram-se da situação para não trabalhar! Muitos têm medo legítimo, o que é espantoso vindo de profissionais da saúde!

Imagine se a casa de um médico pega fogo e quando ele liga para os bombeiros, em busca de auxílio, recebe como resposta que os profissionais estão com medo de morrerem queimados, e que o médico deve apagar o fogo sozinho?

Quando na história da medicina um médico ou enfermeiro não esteve exposto a todo tipo de contaminação e riscos?

É um absurdo ter que explicar o óbvio para seres humanos adultos! É absurdo ter que explicar para outro ser humano o que é liberdade, o que é ético e moral, o que é mau ou bom, o que é certo ou errado, mas infelizmente é preciso, pois a maior parte da nossa espécie é composta de criaturas sem consciência, sem capacidade e motivação próprias, para o bem e para o mal.

A humanidade divide-se em três grupos, muito bem ilustrados nesse filme. O que ocorre dentro dessa nave é um resumo de toda a nossa história.

Não se trata de vacina, do bem da humanidade, da salvação coletiva, do passaporte sanitário, do vírus, das mortes, todo esse texto e todos os outros que já escrevi, toda a “pandemia” de covid-19 trata-se apenas de uma coisa, a coisa que é a única que sempre importou em todas as pandemias, crises, guerras, e desgraças planejadas em todas as gerações – a natureza humana – nossa atitude diante dos acontecimentos e nosso modo de tratar os nossos semelhantes, das diferenças gritantes que existem entre indivíduos que compartilham a mesma espécie. Esse filme ilustra o que expus nesses dois textos que deixarei abaixo, e que é tema de todos os meus textos.

Publicado por amellocristina

Arquiteta e Urbanista

3 comentários em “Delírios delirantes I – imunizados negacionistas

  1. totalmente a fovor na colocação do texto!Chegamos ao cúmulo de não poder externar nosso ponto de vista, estão treinados a não ouvir visões contrárias ao estipulado pela mídia, pelas leis impostas por grupos nitidamente ditatoriais, somos excluídos até de grupos da própria família!!!!

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